Não era amor. Era (va)cilada.

Não é uma questão de gênero, mas de caráter. Hoje, existe uma espécie em abundância. Os vacilões. Algo não tão facilmente notado. As suas características passam quase despercebidas. Mas não se engane. Um vacilão sabe, desde o começo, o que você quer e o que ele (não) quer. Mesmo assim, finge que não. Ele finge estar descobrindo. Aos poucos. Lindo, não é? Não. Porque um dia ele nos surpreende com o típico “acho que você me entendeu errado.” Mentira. Ele sempre soube o que você buscava. Sabia também o quão raso era aquilo para ele. Mas certos egoísmos falam mais alto. Por isso, evite-os. O tempo é algo muito valioso para nos prendermos a estes desperdícios. Aos queridos vacilões, o meu recado: quem tanto pratica o “eu”, termina sem predicados.